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17
Fev
08

Sandman, de Neil Gaiman

Sandman, de Neil Gaiman

Sandman, de Neil Gaiman

Outro dia eu falei de Coraline, de Neil Gaiman. Falar de Neil Gaiman e não citar “Sandman” é quase um pecado mortal, haha.

“Sandman” é a criação máxima de Gaiman para os quadrinhos. Nesta série, Gaiman nos apresenta a personificação dos sonhos, o próprio Lorde Morpheus. Alto, esguio, pele branca como a neve, olhos de órbitas negras e pupilas brilhantes, dono de uma personalidade contraditória, por vezes egoísta e arrogante, outras vezes um apaixonado pela raça humana. Morpheus é nosso guia não apenas pelo seu reino como por todo o universo de Gaiman. Com ele vamos do inferno às profundezas da mente humana, encontrando uma coleção de personagens inesquecíveis, todos sempre tendo algo a nos contar. A série mostra também a família de Morpheus: os Perpétuos. Personificações de algumas facetas da vida, a saber Destino, Morte, Delírio, Desejo, Destruição e Desespero que, juntamente com Morpheus (Sonho), formam um mosaico impressionante de emoções em conflito.

A série regular é composta por 75 edições, mais alguns especiais da Morte (que merece um post a parte, aguardem), divididas nos seguintes arcos:

  1. Sandman: Prelúdios e noturnos (01 a 09)
  2. Sandman: A casa de bonecas (10 a 16)
  3. Sandman: Terra dos sonhos (17 a 20)
  4. Sandman: Estação das brumas (21 a 28)
  5. Sandman: Espelhos distantes (29 a 31)
  6. Sandman: Um jogo de Você (32 a 37)
  7. Sandman: Convergencia (38 a 40)
  8. Sandman: Vidas breves (41 a 49)
  9. Sandman: Fim dos mundos (51 a 56)
  10. Sandman: Entes queridos (57 a 69)
  11. Sandman: Despertar (70 a 73)
  12. Sandman: Exílio (74)
  13. Sandman: A tempestade (75)

“Sandman” elevou os quadrinhos à categoria de arte (coisa que já era à muito tempo), obrigando a crítica literária a dar uma olhada e reconhecer o valor dessa forma de expressão.

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